segunda-feira, janeiro 15, 2007
As religiões e a paz
Os livros sagrados estão para a morte como as religiões para Deus. Quando Moisés foi ao Monte Sinai escutar Deus, além da caminhada, encontrou-se com um malcriado.
Deus intitulou-se dono do Monte Sinai e, no seu narcisismo, achou que era sagrado o chão. Mandou descalçar Moisés, por estar a pisar solo sagrado, mostrando-se bruto e prepotente. Faltando carácter a Moisés, logo este obedeceu e se tornou seu escriba.
Tomou nota do que Deus ordenou. Quis o déspota que os homens matassem idólatras, blasfemos, adúlteros, homossexuais e sodomitas. E, com os crimes que o troglodita do Deus do Antigo Testamento denominava como abominações, também entendia no seu divino desvario que a morte era o castigo adequado para quem trabalhasse ao Sábado.
É difícil lidar com doidos, com Deus principalmente. E com os avençados do divino.
Que Deus fosse doido, porque eram bárbaros e primitivos os homens que o inventaram, é fácil de compreender, mas que os homens dos tempos actuais mantenham os mesmos desvarios, preservem a mesma crueldade e sigam a mesma cartilha, não é de gente sã, é estultícia de quem vive intoxicado pela fé e alucinado com a água benta.
A Igreja católica, não sendo tão estúpida como a de Maomé, não por falta de mérito mas por estar rodeada de Europa, ainda escreveu no seu Catecismo de 1993: «Preservar o bem comum da sociedade pode exigir que se coloque o agressor em estado de não poder fazer mal», o que na linguagem manhosa do clero significa defender a pena de morte».
Cuidado gente, Deus anda à solta na fúria dos padres, na demência dos bispos e na raiva do pastor alemão, com beatos contaminados e ansiosos por uma assoalhada no Paraíso.
As religiões estão para a paz como Maomé para o toucinho.
Deus intitulou-se dono do Monte Sinai e, no seu narcisismo, achou que era sagrado o chão. Mandou descalçar Moisés, por estar a pisar solo sagrado, mostrando-se bruto e prepotente. Faltando carácter a Moisés, logo este obedeceu e se tornou seu escriba.
Tomou nota do que Deus ordenou. Quis o déspota que os homens matassem idólatras, blasfemos, adúlteros, homossexuais e sodomitas. E, com os crimes que o troglodita do Deus do Antigo Testamento denominava como abominações, também entendia no seu divino desvario que a morte era o castigo adequado para quem trabalhasse ao Sábado.
É difícil lidar com doidos, com Deus principalmente. E com os avençados do divino.
Que Deus fosse doido, porque eram bárbaros e primitivos os homens que o inventaram, é fácil de compreender, mas que os homens dos tempos actuais mantenham os mesmos desvarios, preservem a mesma crueldade e sigam a mesma cartilha, não é de gente sã, é estultícia de quem vive intoxicado pela fé e alucinado com a água benta.
A Igreja católica, não sendo tão estúpida como a de Maomé, não por falta de mérito mas por estar rodeada de Europa, ainda escreveu no seu Catecismo de 1993: «Preservar o bem comum da sociedade pode exigir que se coloque o agressor em estado de não poder fazer mal», o que na linguagem manhosa do clero significa defender a pena de morte».
Cuidado gente, Deus anda à solta na fúria dos padres, na demência dos bispos e na raiva do pastor alemão, com beatos contaminados e ansiosos por uma assoalhada no Paraíso.
As religiões estão para a paz como Maomé para o toucinho.
As opiniões expressas no Diário Ateísta são estritamente individuais e da exclusiva responsabilidade dos seus autores, e não representam necessariamente a generalidade dos ateus. Os artigos publicados estão sujeitos aos estatutos editoriais.
As hiperligações para sítios externos não constituem uma recomendação implícita. O ateismo.net não é responsável nem subscreve necessariamente, no todo ou em parte, a informação e opinião expressa nesses sítios web.
![This page is powered by Blogger. Isn't yours?](http://buttons.blogger.com/bloggerbutton1.gif)